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| Uma receita simples e maravilhosa. |
A mandioca, dádiva de Tupã, é a vida vencendo a morte. A pequena Mani ressuscita em forma de verde planta, consolando o coração da mãe que a havia perdido. Hoje, respeitar essa dádiva é dever de todos. E a vaca? Sua história é interessante pelo altíssimo custo desse animal há 300 ou 400 anos no nosso país. Imaginemos a chegada delas aos portos de Paraty, Mambucaba ou Angra, e a travessia pela Serra da Bocaína, desses animais considerados sagrados conforme os princípios asiáticos. O fenômeno da união entre o animal e o vegetal, haverá de ser considerado por todos nós. Essa cruza é a autêntica culinária tropeira, que cultua o sagrado.
Modo de fazer
Ficha técnica
Tempo de preparo: 01h30
Grau de dificuldade: médio
Ingredientes
1 ½ quilo de costelas de boi
½ xícara de óleo
2 cebolas cortadas em rodelas
1 pimentão pequeno picado bem miúdo
1 quilo de mandioca pré-cozido
1 colher de sopa de sal com alho.
Retirado do livro VIAGEM DE TROPEIROS ENTRE SERRAS, de Ocílio Ferraz
Modo de fazer
- Temperar as costelas de vaca (partidas em pedaços) com sal, alho e pimentão
- Deixar descansar por duas horas, refogar no óleo deixando corar, após pingar água até que fique cozida de modo que fique caldo na panela
- Quando a carne estiver cozida, acrescenta-se as mandiocas pré-cozidas misturando com a carne e deixe cozinhar tudo por mais alguns minutos.
- Quando a mandioca estiver quase no ponto, cubra com as rodelas de cebola
- Deixe ferver até terminar o cozimento
- Dispor de uma travessa, as costelas por baixo e as mandiocas por cima
- Servir imediatamente
Ficha técnica
Tempo de preparo: 01h30
Grau de dificuldade: médio
Ingredientes
1 ½ quilo de costelas de boi
½ xícara de óleo
2 cebolas cortadas em rodelas
1 pimentão pequeno picado bem miúdo
1 quilo de mandioca pré-cozido
1 colher de sopa de sal com alho.
Retirado do livro VIAGEM DE TROPEIROS ENTRE SERRAS, de Ocílio Ferraz

Caprichou hein Nelson? Adoro vaca atolada! Já me atolei bastante nessas comilanças, não no Nordeste, mas na casa de uma amiga que mora no interior de Minas. Valeu!
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